Comemora-se hoje o nascimento de Julio Verne.
Até o Google colocou um logo interativo com uma ilustra bem bacana, fazendo as letras de escotilhas através das quais se vê o fundo do mar.
Achei algumas contradições em suas biografias por aí. Umas dizem que Verne quase nunca viajava de fato. Outras, que ele fez várias viagens por países europeus. Também li que nunca colocou os pés em um balão, mas também li que fez um longo passeio de 16 horas com mais 9 pessoas, incluindo sua mulher, e que tal passeio terminou em uma aterrisagem mal sucedida que lhe custou fraturas em ambas as pernas.
Fato é que, por morar em região portuária na França, adorava conversar com os marujos e fugiu de casa aos 11 anos com intenções de tornar-se um deles. Seu pai, um renomado advogado da época conseguiu resgatá-lo na primeira parada do navio.
Estudou Direito por insistência do pai, mas rendeu-se à literatura.
Foi uma espécie de visionário, 'prevendo' em suas obras de ficção a TV, ar-condicionado, reaproveitamento de água como fonte de energia, armas químicas, aviões e muito mais.
Arrisco a dizer que foi um precursor dos nossos repórteres de viagens e escritores de guias turísticos, embora tudo o que escrevesse (apesar da riqueza de detalhes sobre os lugares, a flora , fauna, a cultura local e coordenadas geográficas) fosse fruto de sua imaginação e de seu trabalho de pesquisa.
Algumas de suas obras:
Cinco semanas em um balão , O capitão Hateras , Viagem ao centro da Terra , Da Terra à Lua, Os filhos do capitão Grant, Vinte mil léguas submarinas, Os conquistadores , A volta ao mundo em oitenta dias , A ilha misteriosa , Um capitão de quinze anos, História das grandes viagens e dos grandes viajantes , A escola dos Robinsons, Dez horas de casa, O náufrago do Cynthia, Robur - o conquistador, O caminho da França, Dois anos de férias.
Era amigo de nosso imperador Pedro II, outro amante das viagens, com quem trocou correspondência e encontrou-se em Paris.
Nasceu na França em 08 de fevereiro de 1828 e faleceu no mesmo país em 1905.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Aventureiro das palavras
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Cobra Urbana
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Verne
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Incêndio no Rio e Olimpíadas
Muito triste ver no noticiário logo cedo o incêndio de proporções gigantescas que arrasou com parte da Cidade do Samba, no Rio.
Carnavalescos sem acreditar no que estava acontecendo. Às portas do carnaval. Prejuízo financeiro e emocional. Imagino como estão arrasados os componentes ao ver ser tirada deles a maior alegria do ano - tirada sim, porque acredito ser humanamente impossível reconstruir tudo em prazo tão exíguo.
A Cobra presta sua solidariedade, embora isso de nada ajude na prática.
A nuvem de fumaça tóxica que se viu era algo assustador também. Algum químico de plantão para dizer o que acontece com esse gás? Para onde vai ? Confesso ser total leigo no assunto.
Cobra não tem orelhas, mas metaforicamente falando fiquei uma pulga atrás delas.
Terá alguma ligação esse incêndio com as últimas ocupações feitas pela polícia nos morros cariocas ?
Seriam capazes de tamanha crueldade esses traficantes?
E sobre estas ocupações,muito deprime constatar que absolutamente nada havia sido feito e provavelmente nada teria sido feito, não fossem os jogos olímpicos que serão sediados na cidade.
Nunca houve vontade nem da força policial, muito menos da política, para solucionar o problema de forma tão rápida.
Nunca houve um 'interesse' tão grande.
Em outras palavras: parece que a população do Rio e a população brasileira em geral , não mereceram que isso tivesse ocorrido a mais tempo. Mas, com a mídia internacional 'em cima' e os visitantes ilustres que desembarcarão por aqui, algo tem que ser feito pela segurança deles.
Cobra indignada... vou rastejar por aí.
Carnavalescos sem acreditar no que estava acontecendo. Às portas do carnaval. Prejuízo financeiro e emocional. Imagino como estão arrasados os componentes ao ver ser tirada deles a maior alegria do ano - tirada sim, porque acredito ser humanamente impossível reconstruir tudo em prazo tão exíguo.
A Cobra presta sua solidariedade, embora isso de nada ajude na prática.
A nuvem de fumaça tóxica que se viu era algo assustador também. Algum químico de plantão para dizer o que acontece com esse gás? Para onde vai ? Confesso ser total leigo no assunto.
Cobra não tem orelhas, mas metaforicamente falando fiquei uma pulga atrás delas.
Terá alguma ligação esse incêndio com as últimas ocupações feitas pela polícia nos morros cariocas ?
Seriam capazes de tamanha crueldade esses traficantes?
E sobre estas ocupações,muito deprime constatar que absolutamente nada havia sido feito e provavelmente nada teria sido feito, não fossem os jogos olímpicos que serão sediados na cidade.
Nunca houve vontade nem da força policial, muito menos da política, para solucionar o problema de forma tão rápida.
Nunca houve um 'interesse' tão grande.
Em outras palavras: parece que a população do Rio e a população brasileira em geral , não mereceram que isso tivesse ocorrido a mais tempo. Mas, com a mídia internacional 'em cima' e os visitantes ilustres que desembarcarão por aqui, algo tem que ser feito pela segurança deles.
Cobra indignada... vou rastejar por aí.
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Cobra Urbana
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13:36
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Deu no Fantástico
O problema do lixo de um post anterior acabou sendo matéria no Fantástico...
Belo exemplo de Caxias do Sul, com seus containers próprios. E, a propósito, sabiam que em Curitiba é 'teoricamente' proibido colocar aquelas lixeiras grandes, com tampa, na calçada?
Preferem os sacos plásticos diretamente no chão (!!!). Para que cães - este é outro ponto: como aumentou o número de cãezinhos soltos pelas ruas. Reflexo das férias e do desamor de alguns humanos - façam a festa.
Sem falar em alguns carrinheiros que reviram tudo, pegam o que interessa e deixam rastros de sujeira por onde passam. A Cobra aqui já presenciou um deles despejando o que com certeza não era rentável em um rio...
Hora de mudar alguma coisa nesta cidade...
Belo exemplo de Caxias do Sul, com seus containers próprios. E, a propósito, sabiam que em Curitiba é 'teoricamente' proibido colocar aquelas lixeiras grandes, com tampa, na calçada?
Preferem os sacos plásticos diretamente no chão (!!!). Para que cães - este é outro ponto: como aumentou o número de cãezinhos soltos pelas ruas. Reflexo das férias e do desamor de alguns humanos - façam a festa.
Sem falar em alguns carrinheiros que reviram tudo, pegam o que interessa e deixam rastros de sujeira por onde passam. A Cobra aqui já presenciou um deles despejando o que com certeza não era rentável em um rio...
Hora de mudar alguma coisa nesta cidade...
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Cobra Urbana
às
23:04
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