E 2011 começa com o fortíssimo terremoto no Japão. Quantos mais virão? E mais destrutivos?
E as chuvas? Os ventos?
Ciclones não faziam parte do noticiário metereológico brasileiro até 2004, quando houve o Catarina, que desvastou regiões no sul do Brasil. Desde então é comum a formação deste fenômeno e nem causa mais estranheza.
Chuvas cada vez mais torrenciais e frequentes causam alagamentos, desabamentos, mortes.
Sabemos que nosso planeta já passou por várias eras, e seria muita ingenuidade (pra não dizer ignorância) achar que viveríamos eternamente nesta Terra, assim como a conhecemos.
Sou absolutamente leiga no assunto mas mesmo assim vejo estas movimentações como algo natural, literalmente. Só que acredito também que tais movimentos foram e estão sendo muito, muito acelerados pelas obras humanas, pela mão do homem.
Sinto que nosso planeta entrou em uma fase de grandes e irreversíveis transformações. E fico impressionada em ver afirmações do tipo "é normal" ao invés serem tomadas atitudes para evitar que tais transformações tragam o caos para a população, a exemplo do que estamos vendo no Japão. Usinas nucleares, enormes lagos artificiais das hidroelétricas... vejo todas como bombas destrutivas em potencial.
Já imaginaram quais as consequências de um acidente em Itaipu, se arrebentassem as comportas?
Será que precisamos mesmo de tanta eletricidade? Sim, dirá a maioria; e tenho que concordar: a civilização moderna não saberia viver sem ela. Mas ainda assim bato na mesma tecla: e se diminuirmos o consumo, os hábitos... Hábitos de consumo, de produção... Utopia? Sim. Sei disso.
Enquanto isso nossa 'casa' anda nervosa demais. Se contorcendo e chorando. Reclamando dos maus-tratos.
Qurendo dizer: "vamos começar de novo, que esta experiência não deu certo!"
Deslizamentos em Morretes, litoral do Paraná, no último fim de semana. (Ag. Gazeta do Povo)
Deslizamentos em Antonina, idem. (Ag. Gazeta do Povo)
Japão (Ag. Reuters)
Japão (Ag. Reuters)




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